Debate sobre apresentações - Crise da Água - Português - Professora Simone - março/2015
Marcolino em Reflexão e Ação
quinta-feira, 26 de março de 2015
segunda-feira, 23 de março de 2015
Tabagismo
Enquete com as famílias dos alunos do 1º ano da E.E.B. Marcolino Pedroso
Tema: Tabagismo
Malefícios causados pela Tabagismo
Professora Simone - Sociologia - março/2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
Trabalho Interdisciplinar (SAISMédio) Português e Sociologia - Tema: Crise da Água.
Apresentação - Água - Grupo: André, Claudia, Daniel W, Eva e Franciela.
Apresentação - O Brasil com Sede - Grupo: Anderson, Bruna, Danimar, Dionatan e Ricardo
Apresentação - Nosso Bem Precioso - Grupo: Arlan, Bruno, Daniel B, Darlan e Rafaela
Apresentação - Água - Ederson, Everton, Gabriel e Vinícius.
Apresentação - O Brasil com Sede - Grupo: Anderson, Bruna, Danimar, Dionatan e Ricardo
Apresentação - Nosso Bem Precioso - Grupo: Arlan, Bruno, Daniel B, Darlan e Rafaela
Apresentação - Água - Ederson, Everton, Gabriel e Vinícius.
quarta-feira, 18 de março de 2015
terça-feira, 18 de novembro de 2014
RESUMO
DO CADERNO V
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA NA
ESCOLA
Quando
nos referimos à gestão democrática na escola, temos a sensação de ser uma
proposta recente, mas esta proposta não é mais tão nova, já que a Constituição
de 1988 prescreve a LDB de 1996 regulamentou a gestão democrática, como um dos
princípios fundamentais da educação ao lado de outros seis princípios:
igualdade, liberdade, pluralismo, gratuidade e valorização dos profissionais da
educação.
Sabemos
que não basta criar uma lei para garantir efetivamente uma escola democrática, pois a mesma requer o
engajamento e a participação efetiva de toda a comunidade escolar. Saber
dialogar e valorizar as diferenças, garantir a liberdade de expressão.
A
eleição de diretores entra na perspectiva de uma educação democrática, que teve
o seus primeiros manifestos na década de 1980, sob a influência do processo de
redemocratização do país saído da ditadura. Inicialmente, gira em torno do
cargo de direção por pressão da escola e da sociedade em estados nos quais os
diretores eram indicados pelo poder político.
Embora
a eleição para diretores seja um passo importante, mas ela por só não garante a
gestão democrática. Depende muito mais da disposição de todos que trabalham na
escola para conversar sobre os problemas cotidianos.
No
processo de democratização, o Conselho Escolar, anda junto com a gestão
democrática. O mesmo deve ser formado por todos que fazem parte da escola, por
meio de seus representantes.
Surgido
na década de 1870, inicialmente em caráter consultivo, e na década seguinte
como deliberativo. A composição do CE,
não define a democracia, mas sim o processo de como as decisões são tomadas.
Decisões na qual o representante de cada segmento escolar, expõe a vontade e
pensamento de seus representados e não a opinião particular.
Além do CE, o Grêmio Estudantil pode
contribuir para o processo de democratização das tomadas de decisões. A
instituição e o seu funcionamento são definidas na legislação federal
específica (Lei 7.398, de 04/11/1985, e Lei 8.069, de 13/ 07/1990).
A
contribuição do Grêmio Estudantil, para a democratização da escola, nem sempre
acontece, seja porque ele nem se quer é instituído, seja porque é muitas vezes
reduzido a órgão de promoção de eventos.
A
composição do Grêmio deve ser organizada por eleições internas, com
candidaturas para as funções diretivas, e que se propunha desempenhar papel
ativo nas decisões coletivas da escola, desenvolvendo o protagonismo juvenil de
natureza crítica.
A gestão democrática, só poderá ser
efetivada plenamente, se a escola tiver autonomia para de autodirigir-se aos
vários aspectos e dimensões que a constituem o que inclui desde a concepção de
educação, que pretende tomar como orientação para educar seus alunos até
discussões corriqueiras, inclusive na gestão financeira.
O
Projeto Político Pedagógico deve ser entendido como uma tomada de posição e um
consenso possível da comunidade escolar, sobre o que se deve fazer para se
formar os indivíduos, que está comunidade crê que devam formar na escola. Garantindo a ampla participação da comunidade
na discussão, na execução e na avaliação deste projeto, se for assegurada a
autonomia de livre manifesto das deferentes categorias que compõe a escola e se
for resultado de decisão do colegiado representativo da comunidade.
Para
que a educação democrática seja efetivada, a participação de todos envolvidos e
entorno da comunidade escolar tenham voz ativa na tomada de decisões e que
órgãos que fazem parte da escola, deixem de ser meramente figurativos, para
fins burocráticos.
Professoras
Andréia Hoch e Carla kussler
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Avaliação no Ensino Médio
SISMÉDIO – Resumo sobre o Caderno VI
“Avaliação no Ensino Médio”
O Caderno VI nos apresenta a temática da avaliação
educacional no contexto do Ensino Médio. A avaliação está integrada ao Plano
Político Pedagógico e consequentemente as práticas escolares.
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio, a “avaliação da aprendizagem, como diagnóstica preliminar, é
entendida como processo de caráter formativo, permanente e cumulativo”. É assim
que a avaliação deve ser compreendida e aplicada nas escolas pelos seus
respectivos protagonistas.
Estudantes e professores são sujeitos históricos e de
direitos, participantes ativos em sua diversidade e singularidade. Todos os
envolvidos no processo avaliativo (alunos, professores,...) precisam saber os
objetivos, os critérios, o que, o motivo da avaliação, quem será avaliado, por
quem e quando será avaliado. O resultado da avaliação deve ser trabalhado no
sentido de despertar um olhar crítico, de análise e reflexão para superar as
dificuldades e melhorar as práticas.
A temática é ampla e existem três grandes dimensões básicas
de avaliação, que apesar de diferentes, estão articuladas: a avaliação da
aprendizagem (visa à promoção, aceleração e classificação, tem caráter
educativo), a avaliação institucional (avaliação da proposta curricular, das
atividades didáticas e pedagógicas, é desenvolvida com a participação dos
alunos, pais, funcionários, professores e gestores) e a avaliação externa
(avaliações em larga escala organizadas por instituições educativas que medem a
qualidade do ensino: SAEB, ENEM, IDEB).
A avaliação institucional possibilita
a articulação entre os resultados internos e externos da escola. Ela deve ser formativa,
democrática, participativa, global, contínua, integrativa, processual,
qualitativa, flexível, legítima, institucionalizada.
Professora Lidiane Dinnebier
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Resumo do caderno IV
Áreas de conhecimento e integração curricular
O conhecimento
há tempos tratava todas as áreas como um conjunto unitário e necessário para
dar um sentido de totalidade, relacionando-se entre si. Com o passar do tempo,
a necessidade de informações mais precisas e especializadas diferenciavam os
conhecimentos em áreas separadas, em disciplinas, que se distanciaram da
realidade humana.
Percebe-se
novamente que as disciplinas, ao mesmo tempo em que são específicas, podem ser
reagrupadas em torno de uma unidade, formando as “áreas de conhecimento”.
Conforme as novas Diretrizes Curriculares de Nacionais para o Ensino Médio, reagruparam as disciplinas nas áreas das Linguagens (língua portuguesa e estrangeira,
artes e educação física) Matemática, Ciências da Natureza (biologia, física e
química) e Ciências Humanas (geografia, história, filosofia e sociologia).
Sugere-se que estas áreas contextualizam os conteúdos escolares, porém sem
abandonar a especificidade e cair na espontaneidade e cotidianidade. O
trabalho, a ciência e as tecnologias e a cultura deverão ser o eixo integrador
entre as novas áreas do conhecimento.
O
currículo integrado organiza o conhecimento e desenvolve o processo de
ensino-aprendizagem, de forma que os conceitos sejam aprendidos como sistema de
relações de uma totalidade concreta, que se pretende explicar e compreender.
O
processo de ensino-aprendizagem contextualizado é um importante meio de
estimular a curiosidade e fortalecer a confiança do educando, contribuir para a
autonomia intelectual e compreensão de soluções para questões teóricas e
práticas. Uma proposta estruturada em torno desses eixos deve comprometer
também na intervenção e melhoria da realidade social, econômica e cultural da
região em que a escola está inserida.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Caderno III - O Currículo do Ensino Médio, seus sujeitos e o desafio da formação humana integral
Após estudo do caderno e leitura e discussão das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, consideramos:
-O currículo do EM deve ter seu foco principal no conhecimento científico, estabelecendo relações entre o contexto local, onde a escola e todos os seus atores estão inseridos, e a sociedade global, desenvolvendo um projeto educativo que leve à reflexão e à crítica.
-O currículo deve ser elaborado coletivamente, orientando-se pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, articulando o trabalho escolar com as dimensões do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura. Significa compreender o trabalho como princípio educativo, posto ser por meio do trabalho que se pode perceber o processo histórico de produção científica e tecnológica, bem como o desenvolvimento e a apropriação social desses conhecimentos para a transformação das condições naturais da vida e da ampliação das capacidades, das potencialidades e dos sentidos humanos.
-A partir das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio (DCNEM), é possível traçar um novo caminho para esta etapa da educação básica, que, ao não desassociar a cultura da ciência e do trabalho, possibilita aos estudantes compreendem que os conhecimentos e os valores característicos de um tempo histórico e de um grupo social trazem a marca das razões, dos problemas, das necessidades e das possibilidades que orientaram o desenvolvimento dos meios e das relações sociais e de produção.
-Ao mesmo tempo que entendemos que o currículo deve ser organizado a partir da centralidade do conhecimento, devemos nos questionar se é possível enfrentarmos os limites da fragmentação do saber e da hierarquização entre as disciplinas.
-As DCNEM apontam a pesquisa como princípio pedagógico, a fim de contribuir com a edificação da autonomia intelectual dos sujeitos.
-Integrar os conhecimentos do currículo com atividades do interesse do aluno contribui para atribuir novos sentidos à experiência escolar e consolida a formação humana integral.
-Defender a formação humana integral é entender que vivemos numa sociedade marcada por práticas sociais injustas e excludentes e uma educação escolar assentada na dominação e no controle sobre os indivíduos, realidade esta que precisa ser ultrapassada, pensando uma educação voltada para a emancipação do ser.
-É necessário avançar para um currículo plural e inclusivo, que apresente uma perspectiva multi e intercultural e abra espaço para que diferentes etnias, gêneros, faixas etárias e necessidades de aprendizagem sejam efetivamente contempladas, partindo para uma prática consciente e comprometida com a humanização do ser, não pelo senso comum, mas pelo conhecimento científico.
-Desafio: implementar um currículo que seja inclusivo e intercultural, supere o dualismo entre formação geral e formação profissional, proporcione um caminho formativo motivador, tanto pela integração entre trabalho, cultura, ciência e tecnologia, como pela prospecção de um futuro melhor.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Caderno de estudos II
A partir do Caderno de estudos II, nosso grupo de professores sentiu a necessidade de conhecer melhor o aluno de Ensino Médio de nossa escola. Apesar de sermos uma escola pequena, onde praticamente não temos problemas de relacionamento com nossos alunos, nos perguntamos: quem é, realmente, o nosso aluno? Conhecemos seus sonhos, seu projeto de futuro? Nós contribuímos para construir esse projeto? O aluno conhece as expectativas dos professores em relação ao seu desempenho? O professor conhece as expectativas do aluno a partir do trabalho específico de sua disciplina? Como o adolescente se sente em relação ao mundo virtual? Como ele pensa família, escola, sociedade, política, religião...?
Assim, realizamos todas as atividades propostas nas atividades "Reflexão e Ação", sob a coordenação de nosso professor orientador.
A carta que enviamos aos alunos foi encaminhada ao posto de correio que funciona junto à nossa escola, onde os alunos a retiraram. Os professores lançaram aos alunos o desafio: Que tal vocês responderem a nossa carta?
A partir das atividades do texto 1 e 3, fizemos um vídeo com os principais depoimentos dos alunos e professores.
O resultado de cada trabalho será considerado pelos professores cursistas através de um comentário desta postagem.
SisMédio - Reflexão e Ação - atividade 1 - caderno 2
-O que, para você, é escola?
-O que você espera da escola?
-Para você, como seria:
.a escoal ideal
.o professor ideal
.o aluno ideal
.a direção ideal
.a direção ideal
.as aulas ideais
-Quais são suas maiores dificuldades na escola? O que você acha que deveria ser feito para superar essas dificuldades?
-Qual é a função/papel dos professores, funcionários, direção, alunos e pais?
-Quais são seus planos para o futuro? O que pretende fazer para concretizá-los?
-Quais são os teus medos?
-Quais são as tuas alegrias?
-Quem são os teus ídolos? Por quê?
-Se você pudesse gritar algo para o mundo inteiro ouvir e entender, o que seria?
Reflexões a partir do caderno I
A partir do estudo do caderno I da formação de professores do Ensino Médio, consideramos:
#As dificuldades em decorrência de um projeto tardio para a educação pública no país, especialmente para o Ensino Médio (EM). A universalização do EM é recente - Emenda Constitucional nº 59/2009 (entre 4 e 17 anos), inclusive respondendo à pressões internacionais.
#Necessidade de uma melhor escolarização em virtude das novas exigências de mercado e da compreensão de si, do outro e das relações entre ambos (humanização).
#Altos índices de jovens fora da escola, ocorrendo uma juvenilização do EJA( educação de Jovens e Adultos).
#O problema maior é encontrado entre jovens de famílias de baixa escolaridade e renda e grupos socialmente marginalizados.
#Reconhecer o adolescente de EM como um sujeito de direitos jurídicos, em idade vulnerável, necessitando de prioridade absoluta, conforme princípios do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Daí, a necessidade de desenvolver neste adolescente atitudes de protagonismo juvenil.
#A escola de EM necessita de políticas públicas e investimentos significativos para atender a população que pretende abranger.
#O aluno de EM precisa aprender em sintonia com o mundo em que vive, democratizando para isso o acesso às novas tecnologias, entendendo seu uso pedagógico, que podem contribuir para a apropriação do conhecimento e o desenvolvimento de um espírito crítico.
#Velho problema: EM de formação geral ou de formação profissional? Ainda não há um ponto de equilíbrio, pois o trabalhador é, acima de tudo, um cidadão. E cidadania também precisa ser formada, principalmente na escola de EM.
#Desafios: currículo, formação de professores para essa demanda, condições de trabalho adequadas (físicas, pedagógicas e financeiras), estrutura da escola e gestão democrática, entendendo-a conforme LDB(Lei de Diretrizes e Bases): pedagógica, financeira e administrativa.
##Portanto, a escola como um todo e a de EM em específico, precisa mudar e assumir o seu papel de instituição que tem compromisso social com o ser humano total, reflexivo e cidadão.
Perguntamos: Estamos preparados para isso?
"A formulação de uma pergunta é quase sempre mais produtiva do que a posse de uma resposta"Albert Eisntein
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Para refletir...
"Para conhecer aquilo que você não conhece,
você precisa IR aonde não esteve,
VER o que ainda não viu,
FAZER o que ainda não fez
e SER o que ainda não foi." (Mary O'Neill)
Grupo do SisMédio da Marcolino Pedroso
O grupo de professores do Ensino Médio da Escola de Educação Básica Marcolino Pedroso que participam da formação do SisMédio criaram este blog para postar os resultados de suas atividades "Reflexão e Ação".
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